Mulher registra boletim de ocorrência após relatar agressão dentro do Hospital Samuel Libânio, em Pouso Alegre
Paciente afirma ter sido atingida por um rádio comunicador durante desentendimento com um funcionário da unidade hospitalar; direção informa que apura o caso
Uma mulher de 48 anos procurou a Polícia Militar para registrar um boletim de ocorrência após relatar ter sido vítima de agressão nas dependências do Complexo Hospitalar Samuel Libânio (CHSL), em Pouso Alegre. O caso teria ocorrido na quarta-feira (5), enquanto ela acompanhava o marido durante atendimento na unidade.
De acordo com o boletim de ocorrência, Juliana Silva Maciel informou que, em determinado momento, dirigiu-se ao espaço destinado aos fumantes. No local, segundo seu relato, ela foi abordada por um homem identificado como Vanderlei, apontado por ela como funcionário do setor de cargas e descargas do hospital.
Ainda conforme a ocorrência policial, o homem teria iniciado uma discussão em tom exaltado e, durante o desentendimento, arremessado um rádio comunicador (HT) em direção à mulher. O equipamento a teria atingido nas costas, causando uma lesão leve e deixando uma marca no local do impacto.
Após o episódio, a mulher compareceu à Polícia Militar para formalizar a denúncia e solicitar que o caso seja investigado. Segundo ela, o objetivo é que sejam adotadas as medidas cabíveis para evitar que situações semelhantes voltem a acontecer dentro da unidade hospitalar.
Hospital diz que apura os fatos
Em nota, a Fundação de Ensino Superior do Vale do Sapucaí (FUVS), mantenedora do Complexo Hospitalar Samuel Libânio, informou que tomou conhecimento da ocorrência e instaurou procedimentos para apurar o caso.
“A Fundação de Ensino Superior do Vale do Sapucaí, mantenedora do Complexo Hospitalar Samuel Libânio, tomou conhecimento do relato mencionado e adotou medidas cabíveis para apuração dos fatos. A Instituição repudia qualquer forma de violência e esclarece que ocorrências dessa natureza são tratadas com seriedade, observando o devido processo de apuração, o contraditório e o respeito aos direitos de todas as partes envolvidas”, informou a instituição.
Até o momento, não há informações sobre a conclusão da apuração interna nem sobre eventual responsabilização dos envolvidos.





